A Autoridade de Padrões Publicitários do Reino Unido (ASA) proibiu os pôsteres publicitários de ‘The Mummy’ nas estações do metrô de Londres após determinar que os anúncios violavam seu código de conduta. O motivo? A imagem apresentava “uma representação realista de uma criança morta”, considerada perturbadora para o público geral.

Decisão parcial

Apesar da restrição aos cartazes nas ruas, a ASA liberou os comerciais de TV e streaming da mesma campanha publicitária. A decisão foi tomada após investigação de reclamações recebidas sobre os anúncios, que geraram preocupação entre os londrinos.

O contexto

‘The Mummy’, novo filme de horror dirigido por Lee Cronin, é uma continuação da franquia clássica que começou com Tom Cruise em 2017. A decisão do órgão regulador britânico reflete o cuidado crescente com conteúdo publicitário em espaços públicos, especialmente quando envolve imagens graficamente perturbadoras ou que simulem morte infantil.

Este é apenas um dos vários obstáculos que campanhas de horror enfrentam ao tentar promover seus produtos em meios tradicionais — um desafio bem diferente do mundo do streaming, onde as restrições são consideravelmente menores.