Os 3 Filmes de Venom com Tom Hardy, Ranqueados
Poucos ousariam afirmar que os filmes de Venom com Tom Hardy são “bons” no sentido convencional. A crítica especializada certamente não acha. Mas filmes podem ter muitas qualidades positivas, e a trilogia Venom abraça talvez a mais importante para um blockbuster: são incrivelmente divertidos e memoráveis. Com o encerramento do Universo Spider-Man da Sony após fracassos como “Morbius” e “Madame Web”, é hora de relembrar os melhores momentos dessas produções caóticas que conquistaram audiências mundo afora.
1. Venom: A Última Dança

O terceiro e derradeiro filme da série traz uma proposta ainda mais absurda: há um cavalo Venom neste filme. Mas isso é apenas a ponta do iceberg de loucuras bem-vindas. A trama começa no universo Marvel Cinematic (continuando o cameo de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) antes de voltar à realidade de Eddie Brock, agora enfrentando entidades alienígenas chamadas Xenófagos, um cenário de apocalipse universal e soldados dispostos a eliminá-lo. Com a introdução do deus simbiótico Knull (Andy Serkis) e um elenco divertido que inclui Rhys Ifans, o filme é puro caos controlado. Disponível em plataformas de streaming (verifique seu catálogo local).
2. Venom: Deixa Haver Carnificina
O segundo capítulo da franquia aprofunda a dinâmica deliciosamente estranha entre Eddie e Venom enquanto eles enfrentam Carnificina, um simbionte ainda mais perigoso. O filme mantém o tom cartunesco e absurdo do primeiro, mas com sequências de ação ainda mais selvagens e o carisma de Tom Hardy em alta voltagem. É aqui que a série encontra seu equilíbrio perfeito entre humor não intencional, violência coreografada e pura diversão de popcorn. A química entre Hardy e sua própria voz como Venom é tão peculiar que virou meme instantaneamente.
3. Venom

O primeiro filme é cartunesco e absurdo da melhor forma possível. A ligação entre Eddie Brock, um jornalista fracassado, e uma entidade alienígena negra funciona como um desenho animado violento ao estilo Looney Tunes, com os poderes viscosos e destrutivos de Venom causando caos. Tom Hardy é extraordinário ao mastigar todo o cenário disponível — sua interpretação vocal do simbionte é memorável. Claro que críticos não apreciaram essa abordagem irreverente de um ator comprovado, mas o público votou com seu bolso: $856 milhões de dólares de bilheteria global contra um orçamento de $100 milhões provam que às vezes os fãs só querem se divertir. Apesar do fraco 31% no Rotten Tomatoes, tornou-se um clássico cult.
Conclusão
A trilogia Venom é um exemplo perfeito de como críticos e público podem ter visões completamente diferentes sobre entretenimento. Enquanto críticos lamentam as escolhas artísticas, milhões de espectadores abraçam o caos, as performances animadas de Tom Hardy e o humor absurdo que permeia cada cena. Esses filmes nos lembram que nem tudo precisa ser cinematograficamente correto para ser imensamente memorável e divertido. Com o encerramento do Universo Spider-Man da Sony, esses três longas-metragens permanecem como testamento do que essa franquia poderia oferecer em seus melhores momentos: diversão pura, sem pretensões.

